Um terraço com vista sobre o Tejo e o Parque das Nações, transformado num jardim que abraça o clima em vez de lutar contra ele.
A exposição solar intensa e o vento constante ditaram as escolhas — e tornaram-se aliados. A solução foi um jardim de inspiração desertica, construído à volta de cactos, agaves e suculentas de grande porte, distribuídos para criar volumes e pontos de interesse ao longo de todo o espaço.
Cereus, Euphorbia, Opuntia, Agaves e Echinocactus formam uma composição escultural que não necessita de rega nem de atenção constante. A cobertura em gravilha vermelha completa a estética e ajuda a controlar as ervas infestantes.
O resultado é um terraço com personalidade própria — elegante, resistente e quase autónomo. Prova de que baixa manutenção e forte impacto visual podem, perfeitamente, coexistir.